Durante trinta anos, aparecer significou ocupar uma posição em uma lista de dez resultados. O cliente comparava, clicava e decidia. Hoje ele pergunta a uma inteligência artificial e recebe um nome, não dez. Quem é citado ocupa um espaço privilegiado na decisão de compra. Quem não é, perde a venda antes de saber que ela existia.
Ao mesmo tempo, a marca continua sendo interpretada por um cérebro humano, que percebe, sente, memoriza e escolhe. São dois intérpretes decidindo ao mesmo tempo, com critérios diferentes. A maior parte das empresas ainda constrói para um só.
Este curso trata dos dois.