Quando o genérico ficou escalável
Quando a IA acelera a execução, o julgamento humano vira vantagem competitiva
A IA deu às empresas acesso a ferramentas, velocidades e modelos cada vez mais parecidos. O efeito colateral aparece quando muitas passam a usar os mesmos recursos para chegar a conclusões, marcas, campanhas e decisões também parecidas. A diferenciação que sustentava margem e preferência começa a se diluir.
A vantagem competitiva não desapareceu. Ela mudou de lugar. Saiu da ferramenta, que rapidamente vira commodity, e foi para a camada mais difícil de nivelar: a qualidade do julgamento de quem interpreta, decide e dá direção.
Esta keynote apresenta a boards, CEOs e alta liderança por que, em um mercado no qual todos passam a ter acesso a máquinas semelhantes, o diferencial volta a estar no repertório, no critério e na capacidade humana de decidir bem diante de informação abundante. Paula Tempelaars liderou a operação da Neurons no Brasil, onde investigou medidas de atenção, emoção, memória e comportamento de decisão, e traz para a mesa uma leitura baseada em neurociência aplicada, comportamento e medição real, não apenas em opiniões sobre o futuro.
O que o público leva
Clareza sobre onde está a vantagem competitiva quando a tecnologia se nivela. Critérios para decidir o que delegar à máquina e o que preservar no julgamento humano. Um vocabulário comum para o board discutir diferenciação em vez de adoção de ferramenta.
Público: boards, CEOs e alta liderança
Formato: keynote
Sobre a palestrante
Paula Tempelaars é palestrante keynote e arquiteta de relevância para humanos e inteligências artificiais. Une neurociência da decisão, comportamento de compra e inteligência artificial para tornar marcas, líderes e negócios memoráveis para pessoas e citáveis por sistemas inteligentes. É criadora da Arquitetura de Relevância de Marca, CEO da NeuroWits e fundadora da W.AI, Women in AI Network Brazil.
Ou escreva para paula@neurowits.com.br com data, público e objetivo do evento.